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sexta-feira, dezembro 5

Miyoshi #2


Preparo do sushi

Rosana Velasco Friedrich, é a gerente de marketing do restaurante japonês Miyoshi há mais de nove anos. Antes de fazer parte da equipe, quando ainda era cliente, ela própria foi a primeira a ter o cartão de fidelidade, que começou em 2003. "Ainda como bastante no restaurante, o tradicional gosto do sushi daqui não tem comparação. Eu descobri há poucos anos que o molho utilizado no arroz é próprio da família do dono, que é japonesa mesmo. Isso já faz toda diferença".






O restaurante é conhecido por diversificar dezenas de sabores de sushi, incluindo opções doces. No cardápio também entram pratos quentes tradicionais do Oriente, como o yakisoba. "Com os anos, o Miyoshi precisou modificar a gastronomia oriental de verdade para agradar o paladar do brasileiro, que é o nosso público. Lá no Japão não colocam cream cheese em tudo, como aqui gostam de fazer. Lá não tem o hot, com o peixe meio grelhado, é só sashimi puro, o tempo todo", exclama Rosana.

Pratos quentes



Opções doces

Uma das maiores atrações da loja da SC 401 é o mezanino que contém cinco tatamis, piso tradicional japonês, onde se come em um ambiente especial para até dez convidados. O carro chefe do restaurante é o buffet livre, que faz o maior sucesso por não ter limite de peças. O mais pedido é o Filadélfia (cream cheese, salmão cru, alga marinha e arroz). "Todo o alimento utilizado aqui é fresco, mas temos resposta padrão para cliente que não conhece os hábitos orientais".

Filadélfia à direita

"O dono é um visionário, sempre sabe o que funciona e o que não funciona, a família inteira dele virou empreendedora de restaurantes do Brasil. O Miyoshi é apenas um fruto desse dom vindo dos japoneses", garante Rosana.

Horário de funcionamento: De domingo a quinta, das 18h00 às 23h00. Sexta e sábado, das 18h00 às 23h30. Almoço, diariamente, das 11h00 às 14h30.
Telefones: 048 3238 6666 / 048 3238 0562

segunda-feira, dezembro 1

Miyoshi #1

Entrada do restaurante na SC 401

O Miyoshi é o primeiro restaurante japonês de Florianópolis aberto e ainda em atividade. Inovador desde o início, o lugar foi o primeiro de Santa Catarina a incluir no cardápio sushis e sashimis. O sucesso foi imediato, e logo, a cozinha típica japonesa caiu no gosto dos catarinenses. Tudo começou em 1979, em Porto Velho (Rondônia), onde a família do dono - que prefere não se identificar, começou a fazer parte da culinária estrangeira no Brasil. Japoneses, vindo de Tóquio, vieram para o Norte do país atrás de uma qualidade de vida melhor, chegando em Florianópolis em 1992. O restaurante abriu a matriz nesse mesmo ano, na SC 401. Todos da família cozinhavam muitos pratos tradicionais, e a cultura nunca foi esquecida, "então não tinha como dar errado", explica Rosana Velasco Friedrich, gerente de marketing do Miyoshi há mais de nove anos.

Detalhes da cultura japonesa no Miyoshi da SC 401
 

O nome do restaurante era Oriente nos primeiros dias de vida, mas a mãe do dono sugeriu a mudança para Miyoshi. "Ela sempre disse que o ideograma dessa palavra pede que você imagine três coisas boas e positivas", algo de bastante efeito para o negócio, que cresce cada vez mais no Brasil. Os pratos do restaurante conquistaram Florianópolis e logo surgiu a necessidade de abrir mais lojas: o Miyoshi da Avenida Beiramar Norte (1995), o da Lagoa da Conceição (1998) e do Kobrasol (2003).

Preparação dos sushis


Em 2013, o Miyoshi da SC 401 foi fechado e aberto na mesma rodovia, porém com outro estilo: voltado para o público mais jovem. Hoje o restaurante está presente também em Balneário Camboriú, Itajaí, Joinville, Blumenau, Jaraguá do Sul, Criciúma, Lages e Curitiba (Paraná). O Miyoshi conta com quiosques espalhados em supermercados no Sul do país inteiro, servindo em bandejas os sushis e temakis feitos na hora por sushimen especializados. O Miyoshi Express ainda é oferecido em praças de alimentação no Acre e na Rondônia.

Horário de funcionamento: De domingo a quinta, das 18h00 às 23h00. Sexta e sábado, das 18h00 às 23h30. Almoço, diariamente, das 11h00 às 14h30.
Telefones: 048 3238 6666 / 048 3238 0562

sexta-feira, novembro 14

Ostradamus #2

Quando Jaime José de Barcelos começou os trabalhos como idealizador, dono e chef do famoso Ostradamus, restaurante de 16 anos, localizado no Ribeirão da Ilha, veio na primeira fatura do Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) do estabelecimento a seguinte frase: "Somos o que repetidamente fazemos. A excelência, portanto, não é um feito, mas um hábito", de Aristóteles. "Eu guardo essa frase tanto para minha vida profissional quanto pessoal", lembra Jaime.

"A necessidade cria vocação, eu só fiz o lógico: eliminei todos os problemas para alcançar o sucesso", explica. Além de contar com esforço e perfeccionismo, Jaime sempre tratou todos com muita simpatia. Ao ser questionado sobre plano B, é categórico: "Não havia plano B, por isso deu certo. Eu não tinha nada a perder indo atrás do meu sonho, fui lá e fiz". A comunidade antiga do local era um dos desafios a serem vencidos. "Eles reclamavam muito do movimento repentino, diziam que meu restaurante havia tirado o sossego deles. Fizeram até um abaixo assinado, dificultavam, boicotavam e criavam milhares de dificuldades para o público não vir até aqui. Mas tudo melhorou quando comprei um terreno baldio e coloquei um estacionamento exclusivo para clientes, pois até placas de proibido estacionar eles colocavam perto dos carros".

Superadas as dificuldades iniciais com os vizinhos, Jaime passou a ter outra preocupação: a conscientização com os produtos utilizados no restaurante. "Eu fiquei meses pesquisando as melhores formas de ter uma cozinha e um local que não fizessem mal ao meio ambiente, que contribuíssem com projetos de sustentabilidade. Além do básico de não utilizar material de plástico, tratar a própria água etc. Nós não usamos gordura vegetal - que agride também a saúde do cliente, vendemos a louça quebrada com desenhos de lembrança ao invés de jogarmos fora, colocamos a casca da ostra no estacionamento ao invés de pedrinhas, e toda comida que sobra vai para um criadouro de porcos".

A louça quebrada é vendida na lojinha Tens Tempo Istepô, do restaurante, que fica do outro lado da rua. Só atenção: a vendinha fecha às 8pm

Na loja também tem doces típicos de Portugal, lembrancinhas e até as cachaças criadas pelo Jaime

Detalhes do interior da loja. Acima um Deus sendo servido de vinho, e abaixo uma homenagem aos funcionários do restaurante


Área externa da loja

Vamos falar sobre o que importa: comida!

Como entrada, o Ostradamus recomenda a Degustação de Ostras, que ultrapassa mais de 20 sabores, dentre estes, in natura, ao bafo, gratinada, vinagrete e as opções mais elaboradas com queijos selecionados e outras mais exóticas.


Pérola Negra

Grana Padano

Do Mecânico

Das Antigas

Porto Solis

Gratinada

Ceviche de Ostras

Alho e Óleo


O maior sucesso do lugar, obviamente, é a ostra, que é tratada com a importância que merece na fazenda de frutos do mar própria do restaurante. De lá, ela vai para um depurador feito com a ajuda de um biólogo. "Tive a ideia de colocar um depurador para as ostras no restaurante depois de conversar com um cliente em São Paulo, ele disse que havia visto o depurador na Nova Zelândia. O sistema que ele utiliza para filtrar a água salgada é simples, mas dá trabalho de manter, e o custo de manutenção é alto. Porém, o que mais importa é que ninguém nunca comeu ostra aqui e passou mal. O nosso controle sobre o que o cliente está ingerindo é absoluto".

Ostras no depurador

Pratos mais vendidos:

Arrombassi Istepô - Os nomes criados por Jaime para os pratos são uma brincadeira com o dialeto local

Sinfonia dos Náufragos. Os pratos exóticos também são ideias do próprio Jaime, que se vira - e muito bem, mesmo sem um diploma de gastronomia 

Temperatura do polvo sendo medida. O ponto deve ser exato

Polvo da Andréia

Polvo alho e olho

Lula

Siri mole

Camarão Pistolado ao Bafo

Camarão Alho e Óleo

Batata crocante

Pastel de Camarão

Tortinha de ostra

Tradicional pirão

Prato infantil, Dedinho do Nemo

As cachaças produzidas pelo próprio Jaime desde 2006 também são famosas no restaurante.





"O sucesso de um restaurante é isso, é uma junção de pequenos prazeres que os próprios clientes proporcionam ao chef. Tem gente que vem de carro de Curitiba só para almoçar aqui e depois voltar para casa. A melhor terapia para mim é abrir as portas do restaurante todos os dias", afirma Jaime.

Horário de funcionamento: De terça a sábado, das 11h30 às 23h. Domingo, das 12h às 18h.
Telefone: 048 3337-5711

sexta-feira, novembro 7

Döll #2

Atualmente o Döll, restaurante de 34 anos, localizado no centro de Florianópolis, conta com comida fresca, lanchonete, café e doces. A parte do buffet do restaurante fechou em 2012. "Foi uma escolha nossa", explica Alessia Zuppello, gerente e sócia do lugar. "Realmente queríamos expandir muito a loja e não estávamos dando conta. Precisávamos focar no empório, que é o nosso forte".

Sanduíches integrais

Empório


Café orgânico

Os doces, aliás, são famosos na cidade pelas opções incrivelmente deliciosas. Eles são feitos com farinha integral, açúcar mascavo, não têm glúten e nem lactose! Agora é possível amar doces e continuar sendo saudável, sim! ♥

"A nossa confeiteira, Narcisa Checluski, trabalha aqui conosco há uns seis anos. As receitas dela são incríveis, ninguém consegue fazer nem parecido", comenta Alessia.

Tortinha de amendoim. Amor à primeira vista!

Tortinha de morango

Tortinha de chocolate especial

Tortinha com damasco

Torta inteira de ameixas

A famosa cuca de banana integral

E também tem a tradicional salada de frutas

"No geral, o prato que mais vendemos é o quiche. Temos uma porção de sabores, mas o mais pedido é o de alho poró com ricota. Já o doce mais vendido é a torta de banana".

Quiche de alho poró com ricota (absurdamente divino) e suco natural de laranja feito na hora ♥♥♥

"Claro que não basta ter apenas o corpo e o estômago saudáveis, também precisamos ter um mundo, uma mente plena e limpa. Temos a preocupação de manter o espaço todo pensando na sustentabilidade. Todas as nossas sacolas e embalagens são biodegradáveis, por exemplo. Utilizamos louça aqui, nada de pratos e copos descartáveis".


Outra famosa do Döll é a cerveja de abacaxi! Ela é feita e preparada especialmente pensando nos "naturebas" que gostam da bebida


O Döll tem outras lojas pela capital catarinense. Vocês podem achá-lo no Floripa Shopping (localizado na SC-401), no bairro Trindade e em Balneário Camboriú, cidade próxima da capital catarinense.

Horário de funcionamento: De segunda a sexta, das 9h às 19h. Sábado, das 9h às 13h.
Telefone: 048 3223-5290