sexta-feira, novembro 7

Döll #2

Atualmente o Döll, restaurante de 34 anos, localizado no centro de Florianópolis, conta com comida fresca, lanchonete, café e doces. A parte do buffet do restaurante fechou em 2012. "Foi uma escolha nossa", explica Alessia Zuppello, gerente e sócia do lugar. "Realmente queríamos expandir muito a loja e não estávamos dando conta. Precisávamos focar no empório, que é o nosso forte".

Sanduíches integrais

Empório


Café orgânico

Os doces, aliás, são famosos na cidade pelas opções incrivelmente deliciosas. Eles são feitos com farinha integral, açúcar mascavo, não têm glúten e nem lactose! Agora é possível amar doces e continuar sendo saudável, sim! ♥

"A nossa confeiteira, Narcisa Checluski, trabalha aqui conosco há uns seis anos. As receitas dela são incríveis, ninguém consegue fazer nem parecido", comenta Alessia.

Tortinha de amendoim. Amor à primeira vista!

Tortinha de morango

Tortinha de chocolate especial

Tortinha com damasco

Torta inteira de ameixas

A famosa cuca de banana integral

E também tem a tradicional salada de frutas

"No geral, o prato que mais vendemos é o quiche. Temos uma porção de sabores, mas o mais pedido é o de alho poró com ricota. Já o doce mais vendido é a torta de banana".

Quiche de alho poró com ricota (absurdamente divino) e suco natural de laranja feito na hora ♥♥♥

"Claro que não basta ter apenas o corpo e o estômago saudáveis, também precisamos ter um mundo, uma mente plena e limpa. Temos a preocupação de manter o espaço todo pensando na sustentabilidade. Todas as nossas sacolas e embalagens são biodegradáveis, por exemplo. Utilizamos louça aqui, nada de pratos e copos descartáveis".


Outra famosa do Döll é a cerveja de abacaxi! Ela é feita e preparada especialmente pensando nos "naturebas" que gostam da bebida


O Döll tem outras lojas pela capital catarinense. Vocês podem achá-lo no Floripa Shopping (localizado na SC-401), no bairro Trindade e em Balneário Camboriú, cidade próxima da capital catarinense.

Horário de funcionamento: De segunda a sexta, das 9h às 19h. Sábado, das 9h às 13h.
Telefone: 048 3223-5290

quarta-feira, novembro 5

Döll #1

"Não se trata apenas de comida saudável, no fundo existe um lifestyle, uma cultura de viver e comer bem", explica Alessia Zuppello, sócia e gerente do Empório Döll, localizado no centro de Florianópolis.

Especializado em alimentos vegetarianos, o Döll foi criado para agradar todos os públicos, inclusive para instruir os curiosos e interessados na cultura vegetariana. "O ambiente é confortável, os atendentes são treinados especialmente para darem dicas aos clientes sobre o estilo de vida, sobre o que comer e porque comer saudavelmente. Não devemos apenas comer de forma saudável, mas pensar e ter a visão de um espírito mais natural", afirma.


Quem teve a ideia inicial do projeto pioneiro em Florianópolis foi Anselmo Döll, surfista apaixonado por esportes, pela cidade e pelo mundo saudável. As portas do restaurante foram abertas pela primeira vez em 1980, tornando-se rapidamente um grande ponto de referência na capital catarinense. "A turma que surfava estava sempre aqui para bater um papo e comer algo leve, sem pesar no estômago. As reuniões ainda acontecem com freqüência, mas com tanta tecnologia, os encontros diminuíram mesmo", lamenta Alessia.

Atualmente Ancelmo não participa mais do Döll, faz faculdade na Estácio de Sá, e dedica seu tempo aos filhos e netos, que não pensam em retomar o projeto.

Murais espalhados pelo ambiente falam sobre os alimentos utilizados no Döll

A busca por uma vida cada vez mais saudável sempre foi presente na vida de Alessia, natural da Itália. "Vim para cá por pura oportunidade. Entendo muito bem a área de alimentos naturais, e quando soube que havia a possibilidade de trabalhar com isso aqui, vim correndo com minha filha e meu marido", lembra. "E Florianópolis é uma cidade fantástica para quem ama a natureza como eu".

Assim que Alessia chegou, algumas reformas foram feitas no restaurante, pois "é um espaço realmente muito antigo, tradicional. Toda a fiação elétrica teve que ser trocada por medida de segurança. Mudamos cardápio, mudamos sistema... Ainda estamos nos adaptando às inovações, mas o que importa é que todas foram positivas".

Alessia também cozinha muito, mas raramente vai para a cozinha do Döll, porque precisa dividir bem o tempo e as funções. "Como sou a gerente, preciso me concentrar nisso, ter tudo sob o controle, à minha vistoria. Se eu vou para a cozinha os outros setores podem ficar meio perdidos. Por mais que eu ame cozinhar - principalmente massas artesanais, sei que meu trabalho aqui é cuidar do lugar como um todo e me certificar de que está tudo funcionando bem".

Empadão vegetariano


Pizzas com massa integral


Os salgados são muito pedidos graças ao público vegetariano crescente na região. "As tortas salgadas em formato pequeno são as preferidas dos vegetarianos. Como eles não comem nada com leite, ovo, carne, a gente prepara pratos pensando neles. Cada vez mais nós queremos mostrar que existem, sim, opções deliciosas e saudáveis de alimentos", afirma Alessia.

Para quem quiser receitas, o Döll tem um blog cheio de maravilhas: http://www.doll.com.br/blog. Lá vocês podem aprender a fazer torta de palmito, yakissoba vegetariano, suflê, suco verde, sopa indiana... São tantas opções! Não podemos mais dar a desculpa de não saber comer bem!

Horário de funcionamento: De segunda a sexta, das 9h às 19h. Sábado, das 9h às 13h.
Telefone: 048 3223-5290

sexta-feira, outubro 31

Ataliba: Vídeo!

Uma atração à parte da churrascaria Ataliba é o Seu Geraldo. Há quase dois anos, ele é o tímido pianista do restaurante, toca sem partitura alguma e se diverte com o que lhe dá prazer. Toca desde clássica e bossa nova à músicas novas, tudo no ritmo do piano.

Horário de funcionamento: De segunda a sábado, das 11h às 15h30 e das 19h às 23h30. Domingo, das 11h às 16h30.
Telefone:  048 3333-0990

quarta-feira, outubro 29

Ataliba #2

Ataliba é o segundo nome do dono, José Ataliba Petters, que diz ter ganho essa nomeação por terem falado à mãe dele que a palavra atrai sucesso. Os irmãos de José Ataliba, filhos e netos também carregam o segundo nome desde então, mas apenas os homens.
José Ataliba Petters (E) e o irmão Darci Petters, na Churrascaria em Blumenau. Foto: Divulgação

Famílias que frequentam a churrascaria há três gerações continuam indo ao Ataliba pelo vínculo afetivo. "É tradição, o avô de alguém amava o restaurante, acostumou o filho e o neto a curtirem o ambiente e assim por diante", lembra Maria Luiza, neta de José Ataliba. "Temos clientes fiéis desde o começo". Outro fã de carteirinha é o Ronaldinho Gaúcho, que sempre que vem para a cidade faz questão de comer no Ataliba várias vezes, e leva com ele uma turma grande. Quando não quer aparecer, apenas contrata os assadores do restaurante para cozinharem no churrasco dele.


"Acredito que as pessoas se sintam confortáveis no Ataliba e escolhem o lugar pelo jeito diferente que temos de apresentar a comida. Tudo aqui é feito com muita paixão. Quem serve as carnes na mesa está conosco há muitos anos, colocamos a equipe nova para trabalhar na cozinha e aprender tudo, fazer parte da casa e aí sim, poder servir nas mesas. A experiência de quem serve dá segurança e conforto ao público".


O tempero e o modo de processo da carne do restaurante, que dispõe de cerca de dez distribuidores, são diferentes das tradicionais churrascarias gaúchas. Na carne existe um tempero secreto que o próprio José Ataliba criou e ensinou os assadores a fazerem após muita insistência. “Ainda bem que ele acabou cedendo e passou a receita adiante, antes dele falecer, no ano passado, em 2013”, lembra a neta. “Mas foi tudo tão satisfatório para ele, que não houve crise. Somos todos muito gratos”.

A picanha é a opção mais escolhida pelo público


Quando questionada sobre qual o queridinho do restaurante, ela foi direta: "a picanha é a preferida do público há muitos anos e não tem como negar". A churrascaria tem opções excelentes no buffet para quem é vegetariano, além de um preço diferenciado para o público. O restaurante também é famoso pela grande variedade de sobremesas deliciosas oferecidas. As opções mudam todos os dias cuidadosamente.

Horário de funcionamento: De segunda a sábado, das 11h às 15h30 e das 19h às 23h30. Domingo, das 11h às 16h30.
Telefone:  048 3333-0990

Mesa de doces

sexta-feira, outubro 24

Ataliba #1

O Ataliba de Florianópolis, localizado na rodovia SC-401, completou 34 anos em 2014, mas antes de fundar a primeira churrascaria Ataliba, José Ataliba Petters era dono da maior cozinha industrial do sul do Brasil. O primeiro restaurante da famosa rede familiar foi aberto em 1971 em Indaial (pequena cidade de Santa Catarina, onde vivia a família Petters) beirando a estrada que passa no meio da cidade. O objetivo era atrair os caminhoneiros que viajavam muito pela rota. “Nossa descendência é alemã e italiana, duas culturas absolutamente apaixonadas pelo prazer de comer. O projeto não poderia dar errado”, brinca Maria Luiza, neta de José Ataliba.

Entrada do novo Ataliba Florianópolis
Além de abrir em Florianópolis e Indaial, o Ataliba foi inaugurado em Blumenau, Tubarão e Itajaí, todos pela família. Na capital catarinense, quem trouxe o restaurante foi o pai de Maria Luiza, Carlos Ataliba Petters, abrindo a primeira loja em Coqueiros, em uma casa alugada por volta de 1980. Quando terminou o contrato em Coqueiros, eles mudaram o endereço para a Avenida Beira Mar Norte, ficando lá por 22 anos. "O problema da casa na Beira Mar era o tamanho, a estrutura. Aquele lugar foi feito para ser um bar, e seguia esse modelo", diz Maria Luiza. "Precisávamos de um restaurante com estrutura de restaurante, aí compramos o terreno na SC-401 e construímos o lugar ideal". O Ataliba se encontra na rodovia desde o final do ano de 2012.

Lounge
Máquina de chopp e máquina de espresso
Adega
Uma das áreas da cozinha
"Valeu a pena todo o investimento. Temos uma cozinha do tamanho e no modelo que precisávamos, com uma área para lavar a louça fora da cozinha, lounge para tomar um cafezinho, espaço para as mesas, tudo ficou perfeito". Nas novas instalações, a carne, por exemplo, é dividida em vários setores. O primeiro setor é um frigorífico que mantém tudo congelado, enquanto no segundo setor a carne ainda está fria, mas completamente descongelada. No terceiro setor ela está pronta para ir ao espeto, e no quarto e último, ela é temperada e preparada para ir ao fogo. Outro ponto importante planejado no restaurante é a questão do reaproveitamento dos insumos. "Feito de forma bem pensada, ele é importantíssimo no meio de tantas questões sociais e sustentáveis", explica Maria Luiza.

Local das carnes congeladas

Carnes resfriando

Sendo temperadas e preparadas para o fogo

Assando. Essa grade com os espetos gira sozinha num sistema com roda mecânica inteligente, incrível!

Assim como no mundo fashion, a culinária também vive de moda. Vários tipos de carne entram e saem de moda o tempo todo. "Já foi moda comer carne de veado, carne de avestruz, carne de javali", explica Maria Luiza. "Hoje, por exemplo, a carne da moda é o entrecot, que nada mais é do que contrafilé com um nome mais bonito. Todos entram aqui e pedem entrecot". Eles descobrem o que está ou não na moda observando outras churrascarias importantes do país, e ouvindo clientes do mundo todo. "Não temos um padrão a ser seguido, como a rede é familiar temos bom-senso, mas com certeza todos os Ataliba's têm diferenças. Nunca houve procura por franquia, e acho difícil isso acontecer. O que pensamos é em abrir mais restaurantes pelo Brasil. Já vimos possibilidades em Curitiba, São Paulo e Rio de Janeiro, mas a cidade mais provável é Brasília".

Costela bovina nunca sai de moda ♥
Semana que vem tem a segunda parte da história do Ataliba e um vídeo! Não percam!


Horário de funcionamento: De segunda a sábado, das 11h às 15h30 e das 19h às 23h30. Domingo, das 11h às 16h30.
Telefone:  048 3333-0990

quarta-feira, outubro 22

Guess who's back!

Pois é, temos mais um semestre de TCC. Até o final do ano vamos mostrar aqui restaurantes clássicos de Florianópolis! Já postamos sobre o árabe Kaffa, e o português Delícias Portuguesas. Mas conversamos também com os donos da churrascaria Ataliba, do saudável Döll, e do tradicional Ostradamus.
Estão prontos para mais gostosuras? ♥

sexta-feira, outubro 17

Infográfico do Kaffa

A famosa sequência de entrada no Kaffa é feita com pão sírio e quatro tipos de molho. Vamos conhecê-los?

Horário de funcionamento: De segunda a sexta, das 11h às 15h, e das 18h às 0h. Sábado e Domingo, das 11h às 0h.
Telefone: 048 3223-4727

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sexta-feira, junho 13

Kaffa #2

Janaína da Silva, dona do Kaffa, explica que já viajou para diversos países árabes para pesquisar novidades e entender melhor o público que procura a gastronomia característica destas nações. Restaurantes árabes em São Paulo também são referência.

Famosos que passam pela cidade (entre eles o cantor e compositor Lulu Santos) gostam de pedir a comida do Kaffa no camarim, apesar do preconceito forte sofrido por muitos florianopolitanos. "Eles acham que a carne nunca está ao ponto, não entendem que a carne do kibe é diferente, e reclamam que tem muito alho", explica Janaína. É uma pena também que, com o tempo, as fotos antigas do restaurante foram se perdendo com as enchentes em Florianópolis e região. Outro lamento da dona do restaurante é a falta da mão de obra da cozinha, exemplo: poucos sabem fazer os doces tradicionais do Médio Oriente.

Aqui vocês podem ver os doces burma, halawi e dedo aberto. Eles também são conhecidos como ninhozinhos pela aparência

Mas Jana sempre soube contornar todas as situações e começou a trazer doces árabes de São Paulo. Basicamente eles são feitos de trigo, manteiga e grãos como pistaches, castanhas, nozes e amêndoas. Muitos doces vêm com damasco, xerem e tâmara também.

Com tantas opções tradicionais, o restaurante fez sucesso desde o começo, atraindo o público árabe. "Florianópolis tem bastante muçulmano, então realmente contamos com um nicho bem grande", diz Janaína.

"Eu lembro do meu primeiro cliente até hoje, porque ele continua vindo prestigiar a nossa comida. Ele realmente é árabe, pediu a nota fiscal de número 001 e tudo. Meus clientes são super fiéis e voltam sempre. Acho que o clima ajuda, temos muitos fregueses do Médio Oriente que moram aqui, ou que são ao menos descendentes", lembra Jana. "Um dos árabes que está o tempo todo aqui me chama de esposa. Já que lá eles têm o costume de casar com mais de uma mulher, ele acha normal. Eu dou risada e me divirto, a esposa dele está sempre junto e nunca se importou. Comemos juntos e somos quase uma família mesmo".

Janaína realmente não para em apenas uma mesa, e trata seus clientes como família, cativando todos que entram no Kaffa, e dando mais vontade de voltar.
Nós também esperamos visitá-la novamente em breve para ouvir mais histórias.

Horário de funcionamento: De segunda a sexta, das 11h às 15h, e das 18h às 0h. Sábado e Domingo, das 11h às 0h.
Telefone: 048 3223-4327


quarta-feira, junho 11

Kaffa: Vídeo!

Nesse vídeo vocês têm uma noção de como funciona a cozinha do Kaffa, restaurante árabe tradicional de Florianópolis (já escrevemos a primeira parte sobre ele aqui, lembram?).

No prato tradicional, chamado Mcháueb, vai: mjadra (arroz com uma mistura de lentilha, cebola e alho), charuto (kibe com arroz e especiarias enrolados em folha de uva), abobrinha recheada, kibe frito (clássico), kibe assado e kafta (uma mistura de carnes no espetinho) grelhada.



PS: Eles amam carne e alho, muito alho!


Horário de funcionamento: De segunda a sexta, das 11h às 15h, e das 18h às 0h. Sábado e Domingo, das 11h às 0h.
Telefone: 048 3223-4327

sexta-feira, junho 6

Kaffa #1

Janaína da Silva é a dona do restaurante árabe mais conhecido de Florianópolis, o Kaffa. O local, prestes a completar 30 anos, recebeu este título de uma região na Abissinia com o mesmo nome. Há séculos os árabes descobriram o café lá.

A entrada do restaurante segue o mesmo modelo desde que abriu

O primeiro endereço da casa foi onde hoje é o posto de gasolina em frente ao Beiramar Shopping, e foi fundada pelo ortopedista Maurício Cherem Buendgens. Janaína, a dona atual, entrou no negócio porque seu pai, o pescador José Antônio da Silva, era técnico em radiologia e trabalhava para o médico. Logo José tornou-se sócio e único dono do Kaffa, que hoje é gerido pela Jana, economista que trocou o mestrado em economia na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) pelo restaurante.


Jana aprendeu a cozinhar com a mãe quando era criança, e trabalha desde os nove anos. Ela começou a lidar com público na loja que a mãe tinha, e quando apareceu a chance de se tornar dona do próprio nariz, não pensou duas vezes, assumiu o restaurante árabe.

"Sempre acredito que tudo que é feito com carinho não tem como não dar certo. Hoje comando tudo sozinha, além de gostar bastante de ficar no restaurante para conhecer os clientes, que podem me encontrar aqui todos os dias". Por ter uma ótima educação financeira, nunca deixou o lugar passar por crises nem desventuras. Ela compra os ingredientes frescos no mesmo lugar há anos para não perder a qualidade, e comenta também não ligar para redes sociais na internet, pois o que importa é o encontro e a troca de conhecimento frente a frente. Mas falaremos sobre as experiências vividas no Kaffa semana que vem!


Horário de funcionamento: De segunda a sexta, das 11h às 15h, e das 18h às 0h. Sábado e Domingo, das 11h às 0h.
Telefone: 048 3223-4327

Essa é a sequência, escolha mais pedida na casa, serve tranquilamente duas pessoas. Não se deixe enganar pela aparência simples, esses molhos especiais são absurdamente deliciosos! Feitos para comer com os pães sírios (também chamados de pita)

A religião muçulmana não permite a ingestão de bebidas alcoólicas, mas no Médio Oriente existe um destilado chamado arak, que é uma mistura de anis com uva (Foto: Divulgação)